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LYNX MK.21 (HA-1) MARINHA BRASILEIRA
NAVY LYNX MK.8 1/72 - AIRFIX 03063
Data: 28/09/2011
Fabricante: Westland Aircraft
Tripulação: 2 pilotos e 1 mecânico de vôo
Comprimento: 15.16m
Diametro do Rotor: 12.8m
Altura: 3.59m
Motor: 2 Turbinas Rolls-Royce Gem 2 de 900 hp
Velocidade Máxima: 232km/h
Alcance: 593km
 
Visitas: 6710
Visitas/Dia: 3,068  

Construído britânica Westland Aircraft, realizou seu primeiro vôo em março de 1971 como Westland WG.31. Inicialmente projetado como utilitário para fins civis e militares, o interesse militar provocou o desenvolvimento de versões para o Exército e Marinha.




Originalmente o Lynx foi alimentado por tuas turbinas Rolls-Royce Gem 2 e usou muitos componentes derivados do Scout e Wasp. No entanto, o rotor era novo com a cabeça rígida (Hingeless Rotor) que davam um grande poder de manobra a aeronave.

Em 1972, um Lynx quebrou o recorde mundial de velocidade ao longo de 15 e 25 km, voando a 321,7km/h e pouco tempo depois estabeleceu um novo recorde para circuito fechado de 100km voando a 318,5km/h. 

Marinha do Brasil
No final dos anos sessenta, a Marinha Brasileira traçava as linhas gerais de um novo projeto de escoltas. Uma das exigências era a capacidade de operar um helicóptero de pequeno/médio porte que fizesse parte do sistema de armas do navio. O projeto concretizou-se na forma de seis fragatas tipo Vosper Mk 10 (classe Niterói na MB) dotadas de convôo e hangar a ré da chaminé. O contrato com o estaleiro Vosper Thornycroft foi celebrado em setembro de 1970. 

Juntamente com a escolha dos navios, foram encomendados oito helicópteros WG-13 Lynx. Porém, nessa época o primeiro protótipo do helicóptero ainda estava sendo construído. E em função desse pioneirismo, a MB foi o primeiro cliente externo do Lynx. O modelo recebido pelo Brasil (Mk.21) era praticamente idêntico ao modelo então em uso na marinha britânica (HAS Mk.2).
 
Os helicópteros começaram a ser entregues no início do primeiro semestre de 1978 e o último exemplar (N-3028) chegou a BAEnSPA em 7 jul. do mesmo ano. Três das seis fragatas já tinham sido incorporadas nessa época. Mas o primeiro pouso a bordo só ocorreria em 20 de março do ano seguinte, no convôo da F-42 Constituição.

Constr Num                 MK.21/Matrícula MB
WA-018                     N-3020
WA-025                     N-3021
WA-029                     N-3022
WA-032                     N-3023
WA-041                     N-3024
WA-042                     N-3025
WA-048                     N-3026
WA-050                     N-3027
WA-062                     N-3028
 
A vinda dos Lynx na MB deu origem a uma nova unidade aérea, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque Anti-submarino (HA-1). O esquadrão foi criado em maio de 1978 e instalou-se, de modo provisório, num anexo do hangar do esq. HS-1, enquanto as obras civis das suas instalações ainda não estavam prontas. 
 
Durante a década de oitenta, os Lynx embarcavam quase que somente nas fragatas classe Niterói. A partir dos anos noventa, um número maior de escoltas dotadas de convôo passou a integrar a esquadra brasileira. Como isso, as aeronaves passaram a operar também nas corvetas da classe Inhaúma (o menor convôo homologado para helicópteros médios do mundo), nos contratorpedeiros da classe Pará (classe Garcia na USN) e nas fragatas da classe Greenhalgh (classe Tipo 22 na RN). Nesses últimos navios, até dois Lynx podem ser "hangarados" ao mesmo tempo.
 

Esta aeronaves operaram tanto como anti-submarino (com torpedos Mk.44 e bombas de profundidade) e anti-superfície (através do míssil antinavio de curto alcance Sea Skua, cujo primeiro tiro real no Brasil ocorreu em 31 de agosto de 1989). Graças ao seu radar, o helicóptero era também extremamente útil em missões de esclarecimento. Os nove Lynx chegaram entre 31 de março e dois de agosto de 1978, sendo distribuídos ao então 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque Anti-Submarino (HA-1), sediado em S. Pedro da Aldeia (RJ).
Com o correr dos anos, a MB foi ganhando experiência no emprego do Lynx. A operação de aeronaves a bordo de navios de escolta é uma atividade complexa e com certa frequência gera situações perigosas - tanto assim que a Marinha eventualmente perdeu quatro de seus nove Lynx Mk.21, o que tornou a frota insuficiente em termos quantitativos, sendo clara a necessidade de recompletamento ou substituição.
 

1984 - N-3020: Derrubado no mar por uma onda gigante durante as manobras Fraterno 84.
1990 - N-3028: Choque com montanha durante o vôo noturno. Destroços encontrados perto de Casimiro de Abreu, RJ.
1992 - N-3022: Desconhecido.
1994 - N-3024: Queda no mar devido a um problema técnico. A tripulação foi resgatada porem a aernave afundou no mar.

No início da década de 90 foi tomada a decisão de se adquirir nove novas células agora da versão Super Lynx com muitas melhorias. Simultaneamente à esta compra foi decidido o upgrade das cinco células de Lynx existentes para o novo padrão.
 
Montagem
O kit foi montando utilizando as peças extras forncedidas no kit para atender a versão MK.21 (Nariz, Rotores, Carenagens laterias). Foi utilizada na entrada de ar dos motores peças do Lynx Revell . Os decais utilizados foram impressos em impressora jato de tinta.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Comentários:
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Data:24/05/2015 17:40 roberto (Visitante)
olá Cleder, quanto custa este helicóptero? como faço pra conseguir esta miniatura? muito obrigado!
 
Data:18/04/2016 21:19 wendel (Visitante)
como faço pra comprar esta miniatura?
 
 
 
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Filtros Aplicados
LYNX MK.21 (HA-1) MARINHA BRASILEIRA
 
Modelista
Modelista: Cleder
País: BRASIL
 
Montado com

NAVY LYNX MK.8
AIRFIX - 03063
Kits - 1/72